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Tendências 2012 do segmento da construção dentro da economia brasileira

10/01/12

Aproveitando o bom momento da economia o segmento da construção pega carona e acredita que 2012 será o melhor ano da história do setor.

Os números não mentem. Apesar da crise da Europa, o crescimento do Brasil é evidente. PIB acima da média mundial, diminuição do desemprego, níveis altos de confiança do brasileiro. O país está acreditando em seu crescimento e a economia do Brasil está girando. O consumidor está indo as compras e o dinheiro está circulando e todos estão ganhando com isso. Aproveitando o bom momento da economia o segmento da construção pega carona e caso não aconteça nada fora do esperado, 2012 será o melhor ano da história do setor.

Em 2012 os números já são favoráveis para o primeiro trimestre. Essa semana o resultado do Indicador Serasa Experian de Perspectiva Econômica subiu pela terceira vez seguida - em outubro ante o mês anterior a alta foi de 0,2%. Esse indicador sinaliza como a economia se comportará nos próximos 6 meses. Esse ciclo começou a crescer em agosto de 2011 e com certeza projeta um crescimento da economia para os próximos meses.

Outras medidas que ajudam a alavancar a economia são os prováveis cortes nas taxas básicas de juros, adoção de isenções fiscais e aumento de 14,3% do salário mínimo a partir de 1º de janeiro.

Na construção as obras de infraestrutura devem ganhar força e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão nos planos do Governo para 2012. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Material de Construção (ABRAMAT) o crescimento projetado para o segmento é de 4,5% em 2012. Para validar esses números, as indústrias estão mantendo os planos de investimento para o ano de 2012. Já no varejo de materiais, o bom humor não é diferente, e o crescimento esperado é de 8% segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (ANAMACO).

Tudo se encaminha para que o PIB do Brasil feche em 2011 aproximadamente a 3% e para 2012 é que o PIB passe os 3,5%.

Diante desse cenário, cabe a você, empreendedor do setor da construção, acreditar e continuar a investir no Brasil, de preferência a longo prazo, para que sejam inibidos os gargalos que atravancam a economia como a qualificação da mão de obra e também investir na produtividade. E vamos torcer para que o governo faça a parte dele, investindo em infraestrutura e revise a carga tributária, já que esta é desumana.

Artigo escrito por J. Icassati.

 

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